Cobrança

Como funciona a cobrança.

Sem tabela fixa e sem "consulte-nos". O valor da visita depende da distância até a sua academia, e a gente passa na hora — antes de agendar qualquer coisa.

  1. 01

    Existe uma visita técnica

    É ela que leva o técnico até a sua academia com ferramenta e peça de troca comum. Cobre o deslocamento e o diagnóstico feito no local, com o equipamento no lugar.

  2. 02

    É cobrada resolvendo ou não

    Mesmo quando o problema não se resolve na hora, você sai sabendo exatamente o que o equipamento tem e o que custa arrumar. O diagnóstico é o serviço — e é ele que você deixa de pagar duas vezes quando chama alguém que já sabe o que procurar.

  3. 03

    O retorno por falta de peça não gera nova cobrança

    Se a peça não estava na mala e o técnico precisar voltar para instalar, a volta não conta como nova visita. Você paga só a peça.

  4. 04

    Peça é orçada na hora

    Com o equipamento aberto na frente, o técnico diz o que falta e quanto custa. Você decide antes de qualquer troca — nada é substituído sem o seu sim.

  5. 05

    90 dias de garantia no serviço

    Se o mesmo defeito voltar dentro do prazo, a gente volta sem cobrar nova visita. Equipamento comprado com a gente tem 12 meses de garantia.

  6. 06

    Pagamento em Pix ou cartão

    Combinado antes da visita, junto com o valor. Sem taxa de deslocamento escondida e sem número que aparece só no fim do serviço.

O valor depende da distância. Manda o seu bairro.

Atendemos todo o estado do RJ, e o que muda o preço da visita é o deslocamento até você — não o tamanho do problema. Diz onde fica a academia e o que está acontecendo que a gente passa o valor na hora, sem compromisso.

FAQ

Perguntas frequentes

  • Não. O técnico resolve na sua academia, com o equipamento no lugar. É esse o ponto do serviço: catraca recolhida significa dias sem controle de entrada, com a recepção conferindo na mão ou a porta aberta. Se aparecer um caso raro em que não dá para resolver no local, a gente diz na hora e combina com você antes de qualquer coisa.

  • Quase sempre tem. Girar livre normalmente é mecanismo de travamento, solenoide ou o sensor de posição, e é serviço de bancada — que no nosso caso é feito na sua academia. O técnico confirma a causa na visita e já diz se é ajuste ou troca de peça, com o valor antes de mexer.

  • Costuma ser comunicação entre o leitor e a catraca, e não o leitor em si: cabeamento, configuração da saída de acionamento, ou o relé. É por isso que a gente pergunta o sintoma exato antes de ir — muda o que o técnico leva na mala.

  • Depende do modelo. Alguns aceitam ampliação de capacidade, outros pedem limpeza e reorganização da base de cadastros, e há casos em que a saída é trocar por um equipamento com capacidade maior. Manda o modelo pelo WhatsApp que a gente confirma qual é o seu caso antes de agendar visita.

  • O valor da visita depende da distância até a sua academia — é ela que muda o preço, não o tamanho do problema. Manda o bairro pelo WhatsApp que a gente passa o valor na hora, antes de agendar qualquer coisa. A visita cobre o deslocamento e o diagnóstico no local; peça, quando precisar, é orçada na hora e você decide antes da troca.

  • A visita técnica é sempre cobrada: ela paga o deslocamento e o diagnóstico no local, resolvendo ou não — e mesmo quando não resolve na hora, você sai sabendo exatamente o que o equipamento tem e quanto custa arrumar. O que você não paga duas vezes é o deslocamento: se faltar peça e o técnico precisar voltar para instalar, o retorno não gera nova visita. Você paga só a peça.

  • Pode. O WhatsApp recebe mensagem a qualquer hora, inclusive de madrugada e no fim de semana — conta o que está acontecendo que a gente retorna e combina o horário da conversa com o técnico. Essa conversa é em horário marcado, não no instante da mensagem: assim quem fala com você já está com a sua informação na mão, em vez de começar do zero.

  • A partir de 2 dias úteis entre o contato e a visita. É um piso honesto, não um teto: em semana cheia pode ser mais, e a gente diz a data real na hora de agendar em vez de prometer prazo que não cumpre.

  • Catraca de pedestal, torniquete, leitor facial e leitor biométrico — trabalhamos com a maioria do que existe em academia. Se você não souber o modelo, manda uma foto do equipamento pelo WhatsApp: a gente identifica e confirma se atende antes de marcar qualquer coisa.

  • 90 dias no serviço de assistência técnica: se o mesmo defeito voltar dentro do prazo, a gente volta sem cobrar nova visita. Equipamento comprado com a gente tem 12 meses de garantia.

  • Dá. É uma catraca revisada que já vem com leitor facial, alugada por mês, com a instalação cobrada à parte. É o caminho de quem precisa resolver o controle de entrada agora sem desembolsar o valor do equipamento. Manda mensagem que a gente passa a condição.

  • Vale. A catraca antiga entra como desconto na compra de uma nova, e o quanto ela vale depende do estado do equipamento — a avaliação é feita na visita.

  • Na maioria dos casos, não. Dá para instalar o leitor facial na catraca que você já tem, o que sai bem mais barato que trocar o conjunto. Se o seu equipamento não permitir, a gente diz — e aí a catraca antiga entra como desconto na nova.

  • Todo o estado do Rio de Janeiro, com bases técnicas em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, e São João de Meriti, no Grande Rio. O que muda por região é só o valor da visita, por causa do deslocamento.

  • Pix ou cartão, combinado antes da visita. Sem taxa de deslocamento escondida e sem valor que aparece só no fim do serviço.

  • Fazemos, normalmente junto do serviço de controle de acesso — ponto de rede para o equipamento funcionar estável, instalação e manutenção de câmeras. Não é o nosso serviço principal, e a gente prefere dizer isso a vender como se fosse.

Sua catraca parou?
Chama agora.

Você conta o que está acontecendo, a gente diz o valor da visita para a sua região e agenda. O técnico resolve na sua academia — sem levar o equipamento embora.